•   Ilhas Virgens Britânicas  ( )

 

 

ILHAS VIRGENS BRITÂNICAS

 

 

Ilhas Virgens Britânicas são destino escondido e paradisíaco no Caribe

 

 

Town Road - Ilhas Virgens Britânicas

Vista de Road Town, capital e principal porta de entrada às Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe  / Eduardo Vessoni/UOL

 

 



 

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Antiga rota de piratas famosos como Barba Negra e donas de um cenário ainda em estado selvagem, as Ilhas Virgens Britânicas são um destino desconhecido entre viajantes brasileiros que recebe seus visitantes sem a fama e o agito dos vizinhos caribenhos.

 

Exclusividade parece ser a melhor palavra para definir esse arquipélago formado por mais de 60 ilhas, localizado a leste de Porto Rico e banhado pelas águas do Caribe e do oceano Atlântico.

 

O destino não conta com hotéis monumentais que costumam destoar do mar de águas calmas do Caribe e possui uma das maiores biodiversidades do planeta, cujos extensos recifes de corais foram responsáveis pelos históricos naufrágios ocorridos no passado e que, atualmente, servem de cenário para impressionantes mergulhos entre suas ruínas.

 

Neste exclusivo destino para navegação e um dos melhores pontos de mergulho do Caribe, o mar é mesmo um cobiçado protagonista.

 

Não é a toa que suas ilhas guardam títulos como o de ‘capital mundial da navegação’, pois abriga a maior frota de barcos em um mesmo local, e também são conhecidas como ‘capital mundial da vela’, uma vez que a maioria de seus atrativos pode ser alcançada com esse tipo de navegação.

 

A porta de entrada é Tortola, ilha principal que possui a maior frota de barcos do Caribe, totalizando mais de 700 ‘apartamentos flutuantes’.

 

Costuma-se dizer ali que é mais fácil se locomover de barco do que em ônibus e que existem mais camas flutuantes do que quartos em hotéis.

 

O local abriga Road Town, a capital das Ilhas Virgens Britânicas, ou BVI, sigla em inglês para British Virgins Islands.

 

A cidade dá acesso a praias de águas calmas rodeadas por coqueiros como Long Bay.

 

Fora isso a região é um conglomerado de ruas estreitas quase sem calçada que ficam congestionadas durante certos horários do dia.

 

Mesmo assim, a pequena cidade consegue manter seu status de destino rústico caribenho.

 

Em Cane Garden Bay, outra parada obrigatória de viajantes que procuram áreas isoladas para banhos tranquilos, se localiza a Callwood Distillery, em atividade há mais de 400 anos.

 

Administrado pela mesma família desde o final do século 18, o local fabrica diversos tipos de rum e leva o título de destilaria mais antiga em funcionamento de todo o Caribe.

 

Com uma pequena colaboração, é possível saborear a bebida em tons mais claros, amarelados, ou até mesmo uma versão “light” da bebida, de acordo com o tempo de envelhecimento, processo que pode levar de um a dez anos.

 

As Ilhas Virgens são divididas em Ilhas Britânicas (Tortola, Virgin Gorda, Jost Van Dyke, Anegada e Out Islands) e Ilhas Americanas (St Thomas, St John, St Croix).

 

Nesse roteiro de ilhas exclusivas, o viajante conta também com locais como Peter Island, ilha de 1600 hectares com vinte locais para banho, e Virgin Gorda, a terceira maior ilha de todo o arquipélago e endereço para o impressionante labirinto de grutas ao ar livre alimentada pelas águas calmas do Caribe que formam piscinas naturais em seu interior, conhecido como The Baths.

 

Habitada pelo grupo Arawak, no ano 400 a.C., aproximadamente, e pelos índios do Caribe  por volta do século 14, a região recebeu sua primeira visita estrangeira em 1493.

 

Foi naquele ano que Cristóvão Colombo desembarcou naquelas ilhas e deu ao local o curioso nome de “Santa Úrsula e as 1000 Virgens”.

 

Embora espanhóis e holandeses tenham passado por aquelas terras, foram ingleses os responsáveis pela colonização daquele paraíso, a partir de 1672, fazendo uso de mão de obra escrava na plantação de cana-de-açúcar, algodão e na fabricação de rum.

 

As Ilhas Virgens Britânicas são conhecidas como a ‘terra que o tempo esqueceu’, mas ainda assim fizeram alguns pequenos avanços.

 

As estradas da ilha Tortola foram asfaltadas há duas décadas; as ruas da capital Road Town contam com três semáforos; e Jost Van Dyke, pequena ilha com bares sob choupanas e ar de destino perdido no tempo, recebeu eletricidade em 1991.

 

E todos se orgulham dos avanços terem parado por aí (sobretudo os viajantes mais exigentes em busca de endereços exclusivos em território caribenho).

 

 

 

Fonte: uol

 

 

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