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BUSAN

 

Busan - Coréia do Sul - Onde fica.

 



 

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Busan - Coréia do Sul - Farol

                                          Farol na ilha Dongbaek, em Busan, na Coreia do Sul

 

Principal porto da Coréia do Sul, Busan tem um curioso mercado de peixes vivos

 

 

Peixes compridos, redondos, magros, prateados, secos, vivos e mortos.

 

Mariscos, lulas, polvos e várias outras espécies que a maioria das pessoas comuns não sabe identificar.

 

Toda essa fauna marinha está à venda no Mercado Jagalchi, curioso não só pela variedade de espécies, mas também pela disposição dos produtos à venda.

 

Alguns peixes, minuciosamente arranjados em cestas de plástico ou pratos de metal, lembram um caprichado buquê de flores.

 

Outros ainda respiram debaixo da água das bacias que fazem as vezes de aquários, regados constantemente pelos vendedores.

 

A água também invade a área coberta do mercado e assim muita gente precisa arregaçar as calças para adentrá-lo.

 

Sem dúvida alguma o Jagalchi é o programa mais interessante de Busan, também conhecida como Pussan.

 

A venda dos peixes é uma tradição local desde 1865, quando o porto (que é o principal do país) se abriu ao mundo ocidental.

 

Hoje o passeio desperta a curiosidade dos ocidentais, que podem ficar horas observando aquelas criaturas estranhas.

 

Se você é do tipo que fica com pena dos animais à beira do abate, melhor observar os seres marinhos em outro canto: no Aquário de Busan.

 

Ele tem de águas-vivas a camarões, passando por tubarões que nadam por trás do vidro.

 

Passeie sem pressa e resista à tentação de contratar o curto passeio de barco indoor.

 

Você vai se deparar com as mesmas espécies já visíveis de outros ângulos e só vai entender a fala do guia se dominar a língua coreana.

 

O aquário fica exatamente na turística praia de Haenduae, onde outra curiosidade salta aos olhos do turista mais atento: apenas os ocidentais usam roupas de banho na areia ou no calçadão.

 

Os próprios coreanos circulam por essas áreas com roupas, mesmo.

 

Trata-se simplesmente de um costume local.

 

Por isso todos eles mantêm a pele tão branca.

 

Mas isso não esvazia a praia numa tarde de sexta-feira. Pelo contrário.

 

É frenético o movimento dos transeuntes no calçadão.

 

Muitos deles caminham ou pedalam em direção ao arborizado parque Fuknoka, lotado de gente das seis da manhã às dez da noite.

 

A charmosa área à beira-mar tem várias árvores, muitos templos e uma construção considerada um dos cartões-postais da cidade: o Nurimaru APEC House.

 

Trata-se de um edifício todo redondo, em um formato que lembra muito o Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, mas numa proporção muito menor e todo envidraçado por fora.

 

Construído para abrigar um encontro de países da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico) em 2005, ele ainda hoje recebe eventos internacionais e fica aberto ao longo do ano para a visita dos curiosos.

 

Fotogênico, ele rende belas imagens, principalmente se clicado num ângulo em que também aparece a ponte suspensa Gwangan Grand, que tem 7,4 quilômetros de comprimento.

 

Belas paisagens para fotos não faltam na segunda maior cidade do país.

 

Outros dos seus lugares para serem registrados são o Cemitério das Nações Unidas, com seus jardins coloridos e bem cuidados; a rua Kwangbok, na verdade um calçadão pontuado por lojas de grifes; e a Torre de Busan que proporciona lá do alto dos seus 120 metros uma bela visão da cidade.

 

 

Atualizado em Setembro de 2011

 

 

Fonte: uol

 

 

 

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JEJU

 

Jeju - Coréia do Sul - Onde fica.

 



 

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Pedra Yong-Du-am em Jeju - Coréia do Sul - Ásia

                        A pedra Yong Du-am, na ilha coreana de Jeju, tem o formato de um dragão

Na Coreia do Sul, Jeju é a ilha do amor, das pedras, da natureza exuberante, das tangerinas e do chá verde

 

 

Vento, pedra preta e mulher.

 

Essas são as três riquezas da ilha de Jeju de acordo com o guia Hong Man Je, que se apresenta como Jaime para os turistas latinos para lhes facilitar a pronúncia.

 

E o pequeno homem, sempre rápido ao percorrer os pontos turísticos, solta dois números capazes de dar uma importante pista sobre a vocação do destino: ele tem 15 praias e 21 campos de golfe.

 

Quer dizer, trata-se de um lugar para se esquecer das preocupações do dia-a-dia.

 

Não é à toa que ele tem um detalhe que os números não revelam: muitos dos visitantes da ilha estão em lua de mel, condição muito fácil de perceber “in loco” porque os pombinhos costumam circular pelos hotéis e pontos turísticos de camisetas iguais.

 

E o perfil dos frequentadores dessa ilha vulcância formada há 1,2 milhão de anos não se compõe apenas de recém-casados, mas também de amantes da natureza em geral.

 

Isso porque a ilha tem belas paisagens à beira-mar, como a impressionante vista do Monte do Sol Nascente, do alto de uma montanha com dezenas de degraus.

 

A subida é cansativa, mas possível se for vencida devagarzinho.

 

Outra riqueza natural da ilha é um complexo sistema de tubos de lava que originaram 120 cavernas subterrâneas e conferiram a Jeju o status de “patrimônio da humanidade da Unesco”.

 

Fora, tudo isso, existe um outro item que não consta na lista tríplice de Jaime, mas também está presente às pencas em Jeju: as tangerinas.

 

Tem gente que chega a despachar no aeroporto caixas e mais caixas com a fruta.

 

E as pesssoas não a degustam apenas na sua forma mais pura, não.

 

Também se deliciam com os chocolatinhos recheados com um creme que tem o sabor da tangerina e é mesmo muito bom, diga-se de passagem.

 

Outro item também abundante na ilha é o chá verde, pois o solo de Jeju é considreado o melhor do mundo para cultivar a erva.

 

E o sorvete de chá verde é uma delícia!

 

Pena que não dá para trazer a iguaria gelada de lembrança para o Brasil…

 

 

Atualizado em Maio de 2010

 

 

Fonte: uol

 

 

 

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SEUL

 

Palácio Kiongbok - Seul - Coréia do Sul

                               Fachada do palácio Kyongbok, em Seul, na Coreia do Sul  / Thinkstock



 

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Templos budistas, palácios centenários e edifícios modernosos convivem harmonicamente em Seul

 

 

A exemplo de Tóquio, a capital da Coreia do Sul é uma daquelas típicas metrópoles em que o novo e o antigo convivem pacificamente no mesmo território.

 

É muito curioso observar os edifícios espelhados típicos do mundo atual em contraste com tradicionais templos budistas.

 

O país todo tem mais de três mil templos para uma população de 48 milhões de habitantes, o dobro de pessoas da Coreia do Norte.

 

Um dos motivos dessa desproporção é que, durante os três anos da Guerra da Coreia, no comecinho da década de 1950, muita gente do outro lado da fronteira fugiu para a porção meridional da península, que permanece dividida e tem um governo comunista do lado norte.

 

Aquela porção é bem diferente da Coreia do Sul, que é simplesmente a 12ª maior economia do mundo e tem um PIB per capta 12 vezes maior que o do vizinho.

 

Além de inundar os países capitalistas com produtos baratíssimos, a Coreia do Sul também tem se aproximado do mundo ocidental ao abrigar eventos de grande projeção internacional: as Olimpíadas de 1988 e a Copa do Mundo de 2002, que também teve jogos no vizinho Japão.

 

Hoje permanecem de pé em Seul a vila olímpica e seu estádio Sang-am, de última geração.

 

A modernidade de Seul (chamada de Seoul na língua inglesa) chega até aos vasos sanitários dos banheiros dos grandes hotéis, com seus botões para lavar e secar com ar quente as partes íntimas, parecendo um bidê da casa dos Jetsons.

 

Ao lado disso, alguns dos atrativos turísticos que mais chamam a atenção dos visitantes são suas riquezas antigas, como os gigantescos palácios das dinastias que comandaram o país no passado.

 

O Changdeokgung data do século 15, e o Gyengbokgung abriga um museu do folclore, por exemplo.

 

Também os templos budistas atraem estrangeiros e inclusive têm programas especiais de visitas com hospedagem.

 

Outros pontos de interesse da cidade são as zonas comerciais e os mercados lotados de lojas e barraquinhas com uma infinidade de produtos a preços baixos.

 

Os mais famosos são o Namdaemun e o Dongdaemun.

 

A variedade é gigantesca e vai de roupas a eletrônicos.

 

Por isso é sempre bom embarcar com espaço na bagagem ou mesmo levar uma mala vazia, para ser preenchida apenas na volta.

 

Seul, além de todas essas riquezas, ainda preserva o ambiente.

 

Um passeio de barco pelo rio Han, que corta a cidade de leste a oeste e totaliza 27 pontes, mostra como suas águas são límpidas.

 

Prova disso são as velas de windsurfe que pontuam a paisagem.

 

Também o riacho Cheonggyechon é um exemplo de curso d’água transparente. E fica em plena Downtown.

 

Para ver tudo isso do alto, nada melhor do que subir a Torre de Seul, com seu observatório de 360 graus.

 

Ele descortina a densa vegetação do parque Namsan, onde está localizada a construção, e também um mar de prédios a perder de vista.

 

É um retrato abrangente da cara de Seul.

 

 

Fonte: uol

 

 

 

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