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AMÃ

 

 

Amã - Jordânia - Sítio Histórico

     Vista do sítio histórico que preserva as principais relíquias dos tempos romanos em Amã /  Fotonauta

 

 



 

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Hospitalidade é regra em Amã

 

 

Quando se observa o mapa do Oriente Médio, pode até bater um certo receio em organizar uma viagem à Jordânia.

 

O pequeno país está bem no meio de uma zona extremamente conflitiva.

 

Mas basta colocar os pés na capital, Amã, para descobrir um ponto de equilíbrio, sensatez e paz neste território dominado pelo radicalismo político e religioso.

 

Ao circular pelas ruas, conversar com os moradores, os estereótipos do Oriente Médio caem por terra.

 

Junto das atrações históricas e culturais, destaca-se também o seu povo.

 

A expressão de boas vindas corriqueira no mundo árabe, Ahlan wa sahlan, que significa algo como “sinta-se cômodo, como se estivesse em família”, parece ser levada ao pé da letra.

 

Os moradores são muito receptivos e hospitaleiros.

 

Nas ruas, mesmo que não entendam uma palavra que você diz, vão tentar ajudá-lo, sempre com um sorriso no rosto.

 

E não se espante se, ao pedir uma informação, for levado pelo braço até o local procurado.

 

Isso, de certa forma, ameniza a dificuldade de se localizar pela capital, onde ruas podem ter nomes distintos e endereços oficiais de hotéis e restaurantes muitas vezes indicam apenas o nome da avenida, sem o número.

 

Por isso, o táxi é o melhor amigo do viajante.

 

Um dos passeios mais interessantes em Amã é circular ao léu pelo centro.

 

Dezenas de lojinhas enfileiram-se pelas ruelas e avenidas, numa divertida poluição visual.

 

Elas vendem de tudo, mas para os ocidentais o que chama mais a atenção são as roupas e acessórios típicos.

 

No Beco do Ouro, jóias e adereços são a perdição das mulheres.

 

Também é no centro antigo onde estão localizadas as principais atrações históricas, como o Teatro Romano, do século 2.

 

De lá se pode avistar, no alto do monte Jebel al-Qala’a, o mais alto da capital, as colunas do Templo de Hércules e a Cidadela.

 

Vale a estafante caminhada morro acima para chegar ao mirante do sítio histórico e constatar porque a capital era conhecida como “a cidade branca”.

 

A grande maioria das casas e edifícios é feita com a pedra caliza, que sob o sol cria um espetáculo de brancura.

 

Para o passeio ser ainda mais intenso, planeje-o para o fim de tarde, assim verá a cidade ficar dourada.

 

 

Cuidados que as mulheres devem ter

 

As turistas mulheres não vão ter muito problema em Amã – e no resto do país – com relação a vestuário.

 

Apesar de ter imensa maioria de população muçulmana, em geral eles não são fundamentalistas.

 

Praticamente todas as mulheres usam roupas ocidentais, então vale o vestuário padrão.

 

Mas é bom evitar os excessos.

 

 

Fonte: uol

 

 

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PETRA

 

 

Petra - Jordânia - Onde fica.

 

 



 

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Petra - Jordânia - Monastério

           Turista observa o Monastério, uma das estrelas arqueológicas da cidade de Petra, na Jordânia

 

 

Petra, na Jordânia, é uma das sete novas maravilhas do mundo e foi cenário das aventuras de Indiana Jones

 

 

Eleita uma das sete novas maravilhas do mundo – ao lado do nosso Cristo Redentor -, em 2007, Petra é o principal destino turístico da Jordânia e um dos mais importantes do Oriente Médio.

 

Não por acaso.

 

Escondida por cânions e montanhas, a cidade antiga preserva imponentes templos e tumbas esculpidos na rocha pelas tribos do deserto que habitaram a região há milhares de anos.

 

Petra é conhecida como “a cidade rosa” por conta da principal cor das rochas, mas esta denominação não faz jus à miríade de tonalidades que se pode observar nas paredes, criando verdadeiras obras de arte naturais.

 

Junte-se isso ao constante jogo de luz e sombras que resultam da ação do sol do deserto passando por entre as gretas do cânion e se tem um espetáculo que mescla natureza, história e boas doses de mistério.

 

Petra – ou “pedra”, em grego – teve seu apogeu com os nabateus, uma tribo árabe nômade que se fixou na região do século 6 a.C. a 106 d.C.

 

Eles prosperaram ao transformar a cidade em um ponto estratégico das rotas de caravanas que transportavam incenso, mirra e especiarias pelo Oriente Médio.

 

Mestres na engenharia, construíram uma rede de cisternas, represas e canais na cidade, além de edifícios que mesclavam influências dos estilos grego, romano e a própria arquitetura nabateia.

 

Porém, depois do século 19, Petra caiu no esquecimento completo.

 

Tanto que passou a ser chamada de “cidade perdida” e apenas os beduínos locais sabiam sua localização exata.

 

Ela foi “redescoberta” em 1812 pelo explorador suíço Johan Ludwig Burckhardt, que teve que se disfarçar de beduíno para driblar a desconfiança local com os estrangeiros e conseguir chegar a Petra.

 

São necessários pelo menos dois dias para desbravar com tranquilidade as principais atrações que se distribuem nos 5,2 quilômetros quadrados da cidade antiga.

 

Em parte porque há dezenas de locais históricos imperdíveis, mas também para poupar o corpo: para chegar a muitas tumbas e templos é necessário encarar bons trechos de caminhada e subida.

 

Caso a visita seja feita no verão, o sol abrasante também castiga o corpo.

 

Mas conhecer Petra vale todo o esforço.

 

Já de início se percorre o sinuoso e belo desfiladeiro Siq, com paredes até 200 metros de altura.

 

O caminho de 1,2 quilômetro leva até a grande atração da cidade: Al-Khazneh, ou, simplesmente, o Tesouro.

 

Trata-se de um monumental templo em estilo helênico esculpido em um penhasco de 40 metros de altura.

 

Ambos foram cenário de umas das cenas mais clássicas do filme “Indiana Jones e a Última Cruzada” – informação que você vai cansar de ouvir por lá.

 

Depois de trilhar o mesmo caminho feito pelo aventureiro americano, entra-se, verdadeiramente, na cidade de Petra.

 

Caminhando – ou sobre o lombo de um burrico, em um riquixá ou até mesmo sobre um dromedário -, percorrem-se as trilhas e ruas que conduzem a teatros, templos, igrejas, avenidas adornadas com colunas de inspiração romana e uma infinidade de tumbas escavadas na rocha.

 

Uma penosa escadaria de mais de 800 degraus leva até a outra estrela da cidade: o Monastério, um impressionante templo de 50 metros de largura por 45 de altura, esculpido em um paredão.

 

Vale fazer o percurso perto do fim da tarde, quando o sol já não castiga tanto e há locais com sombra para um merecido descanso.

 

O ponto base para todos que desejam visitar Petra é o povoado de Wadi Musa.

 

A cidade se desenvolveu em função do turismo gerado pelo sítio arqueológico, principalmente depois da década de 1990.

 

Ela não chega a ser um primor de organização e beleza, mas cumpre seu papel: tem restaurantes com comida típica, lan houses, bancos para troca de dinheiro, lojinhas de suvenires, além de hotéis para todos os bolsos que garantem uma boa noite de descanso – algo mais que necessário depois passar o dia desbravando o passado.

 

 

 

Atualizado em Setembro de 2011

 

Fonte: uol

 

 

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