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ISTAMBUL

 

 

Istambul - Turquia - Onde fica.

 

 



 

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Istambul - Turquia

               Vista da Cidade Velha e das águas do Chifre Dourado a partir da Torre Galata, em Istambul

 

 

Dois universos se encontram no ‘lugar mais descolado do mundo’: Istambul, na Turquia

 

 

Não importa o quanto você conheça do mundo: Istambul vai lhe impressionar.

 

Basta parar em seu bairro mais antigo, Sultanahmet, ver-se cercado pela grandiosidade de monumentos como a Mesquita Azul, Haghia Sofya, o Palácio Topkaki e mais um punhado de mesquitas e minaretes, para atingir a fase do deslumbramento.

 

Na etapa seguinte, mais racional, você vai entender que tudo isso faz sentido uma vez que a principal cidade da Turquia é nada menos que a antiga Constantinopla, com seus quase dois mil anos de história.

 

Mas é preciso chegar às margens do Estreito do Bósforo, que corta Istambul, para atestar geograficamente o porquê de ela ter sido protagonista de tantos episódios históricos.

 

Trata-se da única cidade do mundo com um pé na Europa e o outro na Ásia.

 

O que é literal pode ser metafórico também: Istambul fica todo tempo neste limiar entre Oriente e Europa, entre a tradição e os novos ventos.

 

 

Séculos de história

 

Algumas cidades belas demais acabam se tornando museus para turistas.

 

Istambul foge à regra.

 

É uma cidade que tem alma, movimento e se reinventa ao longo dos séculos.

 

Istambul começou como Bizâncio, assentamento grego estrategicamente posicionado no ponto onde o Estreito do Bósforo – que une o Mar Negro ao Mediterrâneo, possibilitando rotas comerciais entre Ásia e a Europa – adentra o continente num braço de 6,5 quilômetros de águas calmas e profundas, conhecido como Chifre de Ouro.

 

Anexada ao Império Romano no ano de 73 e transformada em sua sede oriental, somente em 330 foi rebatizada Nova Roma pelo imperador Constantino.

 

O nome não pegou.

 

Virou Constantinopla, a toda poderosa capital do Império Bizantino.

 

Depois disso, a cidade foi capital do Império Otomano até a Turquia declarar sua independência, em 1919.

 

Hoje, a cidade de 12 milhões de habitantes está num momento particular.

 

Mantém as belezas que lhe deram fama ao longo dos séculos, e, somado a isso, vive uma efervescência cultural.

 

Graças à juventude rica que estudou nas mais cosmopolitas cidades europeias – Londres, Berlim, Paris – e trouxe de volta para casa um estilo descolado de viver a vida.

 

Você vai se surpreender com a quantidade de restaurantes ultra-mordenosos, clubes noturnos bacanas, lojas de design e galerias de arte.

 

 

Curiosa geografia

 

Istambul espalha-se ao longo dos 35 quilômetros do Estreito de Bósforo, mas a maioria dos visitantes passa a maior parte do tempo no lado europeu e passeia de barco pelo Bósforo.

 

Apesar de 95% da população da Turquia morar no lado asiático do país, Istambul é considerada europeia e, segundo projeções, será a maior cidade da Europa em 2015.

 

É a mais povoada da Turquia, com 15% da população, e economicamente mais importante.

 

Mesmo assim, a capital política do país é Ancara.

 

As contradições não param por aí. Apesar de a maioria da população ser islâmica, Istambul continua sendo o centro espiritual da Igreja Ortodoxa Grega, com 200 mil seguidores.

 

Istambul fica muito próxima do Mediterrâneo, mas não espere temperaturas amenas no inverno.

 

Entre dezembro e março, tudo fica acinzentado, úmido e os termômetros estacionam nos 5ºC.

 

Às vezes, neva.

 

Já no verão, espere médias entre 25ºC e 30ºC.

 

Por isso, as temporadas mais procuradas são a primavera e outono.

 

Não é à toa que alguns dos eventos mais fervidos na cidade acontecem nessas épocas.

 

Tome nota: o Festival Internacional de Cinema, em abril, e a Bienal Internacional de Istambul, em anos ímpares, de setembro a novembro.

 

Eles definitivamente fazem jus ao apelido que os próprios habitantes deram à cidade: o lugar mais descolado do mundo.

 

 

Atualizado em Setembro de 2011

 

 

Fonte: uol

 

 

 

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                         Vista de Istambul mostra a Mesquita Azul (à esq.) e a Hagia Sophia (Foto: AP Photo)

 



 

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Dividida entre Ásia e Europa, cidade tem cenário que impressiona turistas. Passeios, mercados tradicionais e visitas a mesquitas e igrejas são opções.

 

Uma cidade moderna e vibrante, mas com raízes que remontam a 660 antes de Cristo. Assim é Istambul, antiga sede dos opulentos impérios Bizantino e Otomano.

 

Dividida entre os lados asiático e europeu pelo Estreito de Bósforo, a metrópole turca oferece ao turistas uma boa dose de história e um cenário que impressiona.

 

A entrada nos palácios imperais, museus e outros monumentos não é gratuita, mas o bom é que, como garantem os próprios moradores, os passeios mais agradáveis na cidade não custam nada. Confira cinco opções a seguir.

 

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Torre de Gálata

Ao fundo, é possível ver a Torre de Gálata  (Foto: AP Photo)

 

Uma viagem no tempo

 

Para uma experiência que lembra uma viagem no tempo, faça uma caminhada de cerca de uma hora da Praça Taksim até a Avenida Istiklal e desça até a Ponte de Gálata.

 

Em Taksim, considerada o centro de entretenimento e negócios da cidade, fica um famoso monumento ao herói nacional turco, Mustafa Kemal Ataturk, e a outros fundadores da república turca moderna.

 

Cheia de consulados e igrejas, a Avenida Istiklal tem uma vida noturna agitada, com artistas de rua, vendedores ambulantes e música saindo das lojas e dos cafés. Passe pelo Tunel, uma linha de metrô datada de 1875, até Gálata, um dos bairros mais antigos, onde fica a Torre de Gálata, uma torre medieval de pedra. Atravesse a ponte de mesmo nome e aproveite a linda vista.

 

Banca no Mercado de Especiarias

Banca no Mercado de Especiarias (Foto: AP Photo)

 

Mercado de Especiarias e Grande Bazar

 

Na Praça Eminonu fica o Mercado de Especiarias, datado do século 17.

 

Também conhecido como Bazar Egípcio, ele tem barracas que oferecem bonitos temperos, frutas secas, nozes, chá de maçã, óleos essenciais e doces.

 

Os donos das lojas, que cumprimentam os clientes em 15 idiomas diferentes, deixam provar as comidas de graça.

 

Com 20 minutos de caminhada chega-se à Praça Beyazit, onde fica o Grande Bazar, que existe desde o século 15.

 

Considerado Patrimônio Mundial pela Unesco, o mercado consiste em um labirinto de ruas e becos cobertos com cerca de 4.500 lojas que vendem artesanato tradicional, tapetes, artigos de couro e joias.

 

Ande pelas ruazinhas lotadas e observe os vendedores cortejando e negociando com consumidores.

 

Os visitantes muitas vezes são recebidos com chá, principalmente nas lojas de tapetes. Um aviso: alguns vendedores podem ser excessivamente insistentes.

 

Interior da Sultanahmet Mosque

Interior da Sultanahmet Mosque, também  conhecida como Mesquita Azul (Foto: AP Photo

 

Mesquitas e museus

 

Istambul está cheia de monumentos religiosos e a maioria deles, especialmente os cristãos e muçulmanos, são gratuitos.

 

Há muitos para escolher, mas a Mesquita Sultanahmet, mais conhecida como Mesquita Azul, deve entrar em qualquer programação.

 

Perto dali, a Mesquita Suleymaniye, construída em homenagem ao Sultão Suleyman o Magnífico, é uma das obras-primas do famoso arquiteto otomano Sinan.

 

Uma joia escondida que não deve ser deixada de lado é a Mesquita Rustem Pasa, do século 16.

 

Localizada na praça Eminonu, perto do Mercado de Especiarias, ela tem lindos azulejos com desenhos florais.

 

O distrito de Balat abriga várias igrejas cristãs, incluindo a Catedral de São Jorge, que está aberta aos visitantes. Na Avenida Istiklal fica a Igreja de Santo Antônio de Pádua, uma das mais antigas da cidade.

 

A ponte do Bósforo

A Ponte do Bósforo divide Istanbul entre os  lados europeu e asiático (Foto: AP Photo)

 

Caminhar pelo Bósforo

 

O estreito caminho d’água margeado por palácios otomanos e mansões chamadas “yali” conecta o Mar Negro ao Mar de Mármara e divide Istambul entre os lados asiático e europeu.

 

Diversos navios cargueiros e outros barcos navegam todos os dias pelo canal.

 

A melhor parte para caminhar é do lado europeu, da antiga vila de Ortakoy ao Forte de Rumelihisar, do século 15.

 

Caminhe pela Ponte do Bósforo para chegar aos distritos de Arnavutkoy e Bebek, onde há bonitas alamedas e caríssimas mansões.

 

O parque de Bebek oferece uma ótima vista do rio e é uma boa parada para um piquenique.

 

Visitantes mais sortudos às vezes conseguem avistar golfinhos pulando na água.

 

ilha[1]

Homem anda em charrete em Buyukada, uma das  Ilhas dos Príncipes (Foto: AP Photo)

 

Ilhas dos Príncipes

 

É preciso pegar uma balsa para chegar até lá, mas o preço é baixo (US$ 2, cerca de R$ 4,50) e vale a pena. Localizadas no Mar de Mármara, elas permitem um mergulho no passado multicultural da Turquia.

 

Inicialmente um lugar de exílio durante a Era Bizantina, as quatro ilhas principais são atualmente retiros de fim de semana para turcos que buscam uma escapada da cidade grande.

 

Com algumas exceções, veículos motorizados não podem ir até as ilhas, e os principais meios de transporte são carruagens puxadas por cavalos e bicicletas.

 

A maior e mais popular das ilhas é Buyukada, na qual os visitantes podem escalar até o topo da colina para chegar ao Monastério de São Jorge, do século 12.

 

É costume entre os turcos acender uma vela e fazer um desejo.

 

Burgazada tem uma longa praia para quem se atrever a nadar nas águas geladas do Bósforo.

 

Já em Heybeliada fica o Monastério da Santíssima Trindade, uma majestosa construção no alto de uma colina que serviu como seminário grego otomano até ser fechada, em 1971.

 

 

Fonte: G1

 

 

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