CANNES

 

 

Cannes - França

Com suas marinas lotadas de megaiates branquíssimos e as ruas da orla entupidas de Ferraris e Mercedes, o badalado balneário da Riviera Francesa tem muitas opções de diversão. / Rebec­ca Marsh­all/The New York Times

 



 

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Cannes, na Riviera Francesa, é considerada a capital europeia do cinema

 

 

Situado na Costa Azul da França, à beira do mar Mediterrâneo, Cannes é uma das riquezas da Riviera Francesa.

 

No entanto, o destino é mais celebrado por ser a capital europeia do cinema do que por seus atrativos naturais ou históricos.

 

Todo ano, em maio, a cidade recebe artistas e celebridades e vê seu calçadão de la Croisette ganhar vida.

 

É por ali que estão hotéis famosos, como o Intercontinental Carlton Cannes e o Hôtel Martinez, cassinos, boutiques e o Palais des Festivals et des Congrès, onde é feita a entrega da Palma de Ouro.

 

Fora dessa época, a cidade se aquieta, mas não deixa de proporcionar noites badaladas em seus bares e casas noturnas.

 

O glamour pode ser vivenciado também durante o dia na Rue d’Antibes, que concentra boa parte das lojas de grife.

 

Quem quiser fugir do agito e curtir a vida praiana, a recomendação é dar um pulo nas ilhas Ilhas Lerins (Santa Margarida e Santo Honorato), que ficam a cerca de 15 minutos de barco de Cannes e oferecem belas paisagens naturais.

 

 

Fonte: uol

 

 

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MARSELHA

 

 

Marselha - França

Situada em um porto mediterrâneo esplêndido, Marselha está cercada por colinas e abençoada com uma média de 300 dias de sol/ano, além de contar com uma grande variedade de museus, ótimos restaurantes e uma população vibrante e multicultural Agnes Dherb­eys/The New York ­Times

 



 

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Marselha é cidade vibrante e atraente do sul da França

 

Primeiro, a má notícia: Marselha não é Paris.

 

Diferente de sua rival rica em cultura, a segunda maior cidade da França não possui museus de classe mundial, monumentos obrigatórios ou chefs de renome internacional.

 

Agora, a boa notícia: Marselha não é Paris.

 

Beijada pelo Mediterrâneo, Marselha conta com uma combinação não-parisiense de sol quase constante, quilômetros de praias e uma mistura étnica -francesa, norte-africana, italiana, corsa, armênia – que lhe dá um sabor diferente de qualquer outro lugar no país.

 

Não é de estranhar que o restante da França a chama de ‘Planète Mars’.

 

E a notícia fica ainda melhor: nomeada Capital Europeia da Cultura de 2013, o porto historicamente não refinado está melhorando, graças a uma reforma da orla marítima, um novo sistema de bondes, a primeira onda de hotéis de design, uma geração de jovens empresários de restaurantes e vida noturna e uma cena de moda local.

 

Mais do que nunca, há vida em ‘Mars’.

 

 

Fonte: uol

 

 

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 PARIS 

 

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                                                                           Paris – Cidade Luz

 



 

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Paris é a capital e a mais populosa cidade da França, bem como a capital da região administrativa de Île-de-France.

 

A cidade se situa num dos meandros do Sena, no centro da bacia parisiense, entre os confluentes do Marne e do Sena rio acima, e do Oise e do Sena rio abaixo.

 

Como a antiga capital dum império estendido pelos cinco continentes, ela é hoje a capital do mundo francófono.

 

A posição de Paris numa encruzilhada entre os itinerários comerciais terrestres e fluviais no coração duma rica região agrícola a tornou uma das principais cidades da França ao longo do século X, beneficiada com palácios reais, ricas abadias e uma catedral.

 

Ao longo do século XII, Paris se tornou um dos primeiros focos europeus do ensino e da arte. Ao fixar-se o poder real na cidade, sua importância económica e política não cessou de crescer. Assim, no início do século XIV, Paris era a mais importante cidade de todo o mundo ocidental.

 

No século XVII, ela era a capital da maior potência política europeia; no século XVIII, era o centro cultural da Europa, cuja efervescência durante o Iluminismo lhe permite ainda hoje carregar o título de Cidade Luz; e no século XIX, era a capital da arte e do lazer, a Meca da Belle Époque.

 

Sua arquitetura, seus parques, suas avenidas e seus museus fazem-na, pelo ano de 2004, a cidade mais visitada do mundo francófono, com cerca de 25 milhões de turistas, aproximadamente 500 000 a mais do que em 2003, segundo a Secretaria de Turismo e de Congressos de Paris.[2]

 

As margens parisienses do Sena foram inscritas, em 1991, na lista do Património Mundial da UNESCO.

 

Paris é a capital económica e comercial da França, onde os negócios da Bolsa e das finanças se concentram.

 

A densidade da sua rede ferroviária, rodoviária e da sua estrutura aeroportuária — um hub da rede aérea francesa e europeia — fazem-na um ponto de convergência para os transportes internacionais.

 

Essa situação resultou duma longa evolução, em particular das concepções centralizadoras das monarquias e das repúblicas, que dão um papel considerável à capital do país e nela tendem a concentrar ao extremo todas as instituições.

 

Desde os anos 1960, os governos sucessivos têm desenvolvido políticas de desconcentração e de descentralização a fim de reequilibrar o país.

 

Abrigando numerosos monumentos, por seu considerável papel político e econômico, Paris é também uma cidade importante na história do mundo.

 

Símbolo da cultura francesa, a cidade atrai quase trinta milhões de visitantes por ano, ocupando também um lugar preponderante no mundo da moda e do luxo.

 

Em 2007, a população intra-muros (dentro do limite dos antigos muros) de Paris era de 2 193 031 habitantes pelo recenseamento do INSEE.[3]

 

Porém, ao longo do século XX, a área metropolitana de Paris, se desenvolveu largamente fora dos limites da comuna original.

 

A Grande Paris é, com seus 11 836 970 habitantes,[4] uma das maiores aglomerações urbanas da Europa e da União Europeia.

 

Com um PIB de US$813.364 milhões[5] a Região Parisiense é um ator econômico europeu de primeira grandeza, sendo a primeira região econômica europeia.

 

 

FONTE: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

 

Catedral de Notre Dame - Paris - França

                      Catedral de Notre-Dame iluminada durante a noite, em Paris  / Patrick Kovarik/AFP

 

 

Dos imponentes boulevards às ruelas mais escondidas, descubra o charme de Paris

 

 

Não é apenas de cartões-postais que vive Paris.

 

Mesmo sendo um dos principais destinos turísticos do mundo, a cidade ainda conserva um charme discreto, com seus pequenos segredos que podem ser encontrados tanto nos imponentes boulevards quanto nas ruelas mais escondidas.

 

O Museu do Louvre, o Centro Georges Pompidou, o Museu Rodin, todos os quase 150 museus da cidade não são os únicos a contar a sua história.

 

Conhecer Paris é encontrar aquele bistrot escondido no final da próxima travessa à esquerda, é descobrir uma loja de antiguidades tão antiga quanto a memória de seus objetos, é visitar um, dois, três bares de vinhos, uma pequena igreja numa pequena praça, se deparar com uma fanfarra tocando na saída daquela estação onde você chegou sem querer, depois de se perder nas baldeações entres as 14 linhas de metrô.

 

Paris é convidativa aos pedestres, às caminhadas, às descobertas de suas minúcias carregadas de vida e história.

 

A cidade-luz tem uma luz que é só dela.

 

Luz que atravessa os vitrais da Notre Dame e aquece a charmosa arquitetura das margens do rio Sena.

 

O sol transversal que faz brilhar o bege dos prédios haussmanianos e ilumina as telas de artistas como Monet, Cézanne e Van Gogh, que retrataram a beleza das ruas de Paris.

 

Só não confie no verão francês.

 

O calor intenso dura alguns poucos dias, e o resto do ano tem o tom cinzento do inverno europeu.

 

O que não é menos charmoso.

 

Paris tem o cheiro da baguette.

 

Mas tem também as ostras do mediterrâneo, os crepes bretões, o foie gras do sudoeste, os queijos de cabra de Savoie.

 

É a terra dos singelos prazeres, como degustar uma tarde de sol e um vinho rosé no terraço de um bar em Montmartre, beliscando escargots.

 

Sim, a vida aqui parece um filme.

 

Um filme surrealista, por vezes.

 

A aristocracia tradicional divide os 105 km2 da área da cidade com estudantes estrangeiros, imigrantes vindos de ex-colônias francesas, europeus do leste, do oeste, chineses, além dos muitos franceses que resolvem fazer a vida na cidade grande.

 

Capital de um país governado há 16 anos pelos conservadores, Paris, com cerca de 2,2 milhões de habitantes (mais de 11 milhões na região metropolitana), continua recebendo um alto número de estrangeiros que vêm aproveitar dos benefícios do Estado, apesar das políticas desenvolvidas nos últimos anos para conter a imigração.

 

De uma maneira desajeitada, um pouco a contragosto, Paris abriga a diversidade.

 

E Paris dorme cedo.

 

Paris come bem.

 

Paris fala inglês, mesmo se seu sotaque varia entre o charmoso e o incompreensível.

 

Guardada no coração de muitos como a cidade mais bonita do mundo, o berço da cultura ocidental é passagem indispensável para quem viaja pela Europa.

 

 

Fonte: uol

 

 

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