CHINA

 

CHINA

 

 

Pequim  ( ♦ )

Xangai  ( ♦ )

Hong Kong  ( ♦ )

 

PEQUIM

Construído pelo imperador da Cidade Proibida, Templo do Céu é exemplo de arquitetura religiosa.

Pequim é uma cidade que se transforma a uma velocidade impressionante.

Antes de deixar Pequim, a primeira coisa que uma pessoa sensata deve fazer é jogar o mapa fora.

Mesmo que se volte para lá no ano seguinte, bairros inteiramente novos terão brotado praticamente do nada.

Arranha-céus terão eliminado os hutongs, os labirínticos bairros tradicionais, onde a vida corria havia séculos praticamente da mesma forma.

Imensos shopping centers aparecem no lugar de quadradas lojas de departamento, muquifos dão lugar a hotéis butique, os patos pendurados em varais pela rua somem, na proporção em que restaurantes finos aparecem.

Nada que não se esperasse dessa cidade de 21 milhões de habitantes, centro financeiro da economia que mais cresce no mundo.

Quem foi para lá, percebe o quanto está mais fácil circular pela cidade.

Não só as pessoas começaram a falar muito mais inglês, como as placas, sinais e até menus de restaurantes estão muito mais amigáveis para o estrangeiro.

Até mesmo hábitos tradicionais chineses mal vistos pelos ocidentais, como cuspir nas ruas, foi desestimulado pelo governo por meio de pesadas multas.

Pequim é daqueles lugares onde os acontecimentos históricos se somam, o que faz com que um passeio seja quase uma viagem no tempo.

A Cidade Proibida, do século 15, continua praticamente como era quando o último imperador a deixou em 1911 e a China passou de reinado a República Popular.

Para sentir esta passagem histórica, basta sair do complexo de palácios reais e cair na arquitetura de Tiananmen Square, a Praça da Paz Celestial, palco do massacre dos estudantes em 1989 e onde descansa embalsamado o camarada Mao Tse-tung.

Principalmente no auge do verão (os meses de julho e agosto), quando o turismo interno (num país de 1,35 bilhão de habitantes isso é uma grande coisa) se aquece, estes lugares e também os trechos mais visitados da Muralha da China, como Badaling, ficam praticamente intransitáveis.

As temperaturas médias nesta época do ano passam facilmente dos 30 graus, enquanto no inverno (entre novembro e fevereiro) podem despencar para 5ºC ou 10ºC negativos.

Nesta época, os lagos do lindo parque Beihai ou do Palácio de Verão costumam congelar.

A cidade está acostumada com mudanças e nem sempre estas foram para melhor.

Pequim já foi incendiada, destruída por guerras, chacoalhada por terremotos.

Mais recentemente, os templos que resistiram às intempéries e trocas de dinastias, ainda tiveram que sobreviver aos soldados da Revolução Cultural e à sua obsessão por decapitar Budas, queimar livros, mandalas e outras relíquias sacras.

Até as muralhas da cidade, erguidas na Dinastia Ming, há 500 anos, deram lugar a um anel viário em 1950.

Casas, lojas e restaurantes têm desaparecido, mais notavelmente na região ao sul da praça Tiananmen, nos arredores de Quianmen Dajie.

Apesar de o governo ter declarado proteger alguns desses bairros, não dá para garantir que quem visitar a cidade hoje, vá encontrá-los.

O que dá, sim, para afirmar é que Pequim é uma cidade para voltar sempre.

Fonte: Uol

 

MAIS INFORMAÇÕES:

www.consultordeviagens.com

Fale conosco

 

 

XANGAI

 

 

 

MAIS INFORMAÇÕES:

www.consultordeviagens.com

Fale conosco

 

 

HONG KONG

 

 

 

O jardim dos bonsais do Nan Lian Garden, em Hong Kong, é um dos destaques desse impressionante parque localizado em uma área de 35 mil m², cuja construção é uma réplica dos jardins do período da dinastia Tang (entre os anos 618 e 906 d.C.) que eram caracterizados por colinas, águas e obras artísticas. / Eduardo Vessoni/UOL

 

 

Hong Kong a cidade é onde o Ocidente encontra o Oriente.

 

Dizem que é em Hong Kong, uma Região Administrativa Especial da China, onde o “Ocidente encontra o Oriente”.

Bastam algumas horas nessa espécie de Nova Iorque asiática para descobrir como os opostos se atraem (e se completam) naquelas terras tão distantes.

Centros financeiros movimentados que ficam a poucos minutos de vilarejos de pescadores que ainda levam a vida no mesmo ritmo de antes da chegada dos britânicos.

Lá você encontrará lojas de eletrônicos que dividem o mesmo endereço com velhinhos, que ainda se dedicam à arte de pintar ideogramas chineses e templos discretos que não se abalam com o movimento high tech que colore o cenário lá de fora.

Imensos conjuntos habitacionais que parecem engolir monastérios que descansam sob seus pés e comidas servidas em recipientes de bambu, que lembram vagamente o sabor plastificado dos restaurantes fast food.

É impossível não ficar fascinado diante de todas as possibilidades existentes em Hong Kong, a principal porta de entrada ao Oriente.

Títulos não faltam a esse destino asiático,  que há pouco mais de uma década, em 1997, era devolvido à China, após 99 anos sob a administração do Império Britânico.

É considerada uma das regiões mais densamente populosas do mundo; possui uma das economias mais agressivas e influentes da Ásia, o que lhe garantiu o título de “tigre asiático” ao lado de Cingapura, Taiwan e Coreia do Sul.

É um dos principais produtores e exportadores da indústria cinematográfica e abriga, duas vezes por ano, uma das maiores feiras de tecnologia do mundo e possui um dos sistemas ferroviários mais seguros em todo o planeta.

Hong Kong tem um teleférico com 5,7 km de extensão, considerado o mais extenso de todo o sudeste asiático.

É dona da primeira calçada da fama da Ásia, a “Avenida das Estrelas” e abriga a mais longa escada coberta do mundo, com 800 metros de comprimento, que são percorridos em 20 minutos.

Diariamente, 44 edifícios se acendem e protagonizam um espetáculo considerado pelo Guinness o “Maior Evento Permanente de Luz e Som”; e se orgulha de ter uma estátua de bronze gigante do Buda com 26 metros de altura, a maior do mundo em seu gênero.

O sistema de transporte em toda a região é um capítulo à parte, que sem exageros, pode ser considerado também um atrativo turístico.

Trens que conectam as ilhas por túneis que passam sob as águas salgadas do Victoria Harbour, aeroporto ligado ao centro financeiro em apenas 24 minutos, coloridos bondes centenários que percorrem a área desde 1904 (e ainda dão um certo ar nostálgico ao destino) e barcos que cruzam a baía local 24 horas por dia.

Desde cedo, Hong Kong aprendeu a dividir seu território com visitantes estrangeiros.

E talvez esta tenha sido a melhor estratégia adotada por essa antiga colônia britânica, antes de se tornar um das regiões mais desenvolvidas da Ásia.

Portugueses, britânicos e japoneses, foram as nacionalidades mais marcantes naquelas terras localizadas na costa sudeste da China.

O resultado desse encontro de povos, pode ser visto não só nas calçadas dos centros mais turísticos, como também sobre a mesa.

Hong Kong tem perfil internacional e por isso não devem faltar opções que agradem desde os comensais mais arrojados até os estômagos mais sensíveis. Comida europeia, mediterrânea, asiática e vegetariana são alguns dos sabores que transformaram Hong Kong em uma das capitais culinárias da Ásia.

É em Hong Kong, onde se encontra não só o Ocidente, mas todo o resto do mundo.

Fonte: Uol

 

MAIS INFORMAÇÕES:

www.consultordeviagens.com

Fale conosco

 

 

×